Saturday, February 24

ZAHA HADID

"Zaha Hadid, 56 anni, naturalizzata inglese, prima donna a vincere il premio Prizker nel 2004, considerato il Nobel per l’architettura, è una figura di straordinaria rilevanza nella ricerca architettonica contemporanea, e che ha saputo trasferirne i contenuti in numerosi progetti di indiscutibile fama."

Com o projeto abaixo, Zaha Hadid venceu o Concurso para o Projeto do "Museo Meditarreaneo di Arte Nuragica e Contemporanea di Cagliari"











PLASTICIDADE E BELEZA!

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Sunday, February 18

DO LADO DA FEIURA

Já publiquei esse texto em outro blogue, o Bau do Observador. Reli-o outro dia e achei que caberia, muito bem, aqui no Arquiteto Comum. Tudo a ver!

DO LADO DA FEIURA
Um dos bons projetos que eu fiz, foi de uma casinha de vila, num lotezinho de 5.00X24.00m. No Maracanã, Rio de Janeiro, idos de 1975.
Já fiz projetos grandes, 12 hoteis, Escola Americana do Rio de Janeiro, casas de mil metros quadrados, mas essa casinha de vila sempre foi uma das minhas favoritas. Se não a própria!
Um verdadeiro desafio para quem, como os proprietários, desejava uma casa de sala e três quartos. E tem mais, como pediu a Vera, a cliente, com entrada de serviço separada da social. E não me venham perguntar da garagem, pois o carro deles ficava parado na ruazinha particular da vila, ora pois! Como de todos os outros moradores.
Claro, em dois pavimentos.

Mas, nessa belezinha de casa, um acontecimento encheu as minhas medidas.
Precisava executar uma parede que parecesse de pedra, não simplesmente revestida de pedra. Mandei vir uma partida de pedras de 50x50cm, dessas que se usam para fazer pisos externos, junto a gramados, que possuem uma face aparelhada (preparada para ficar a vista) e outra rústica e, digamos, mal acabada.
Contratei um calceiteiro (pra quem não sabe, é o cara que trabalha com pedras), já um senhor, que veio com um ajudante, um garoto. Acho que era o seu neto. Nem me lembro mais do nome do senhor.
Mostrei-lhe as pedras e disse-lhe:
O senhor vai partir as pedras, sem nenhuma intenção de ficarem iguais, até pelo contrário, e revestir essa parede (que já havia sido levantada pelo pedreiro) pra ela ficar com cara de parede de pedra, dessas tipo uma sobre a outra.”
“Sim senhor”, respondeu-me ele.
Tem mais”, continuei eu, “nada de escolher. Apenas pegue as pedras, sem olhar e assente na parede”.
“Estou entendendo”, falou o velhinho, com a cara total de quem sabia daquilo muito mais do que eu poderia imaginar.
“Mas tem mais uma coisa”,arrematei eu, “o senhor vai colocar essa pedras com o lado sem acabamento para ficar à vista, bem rústica”. Será que ele teria entendido? perguntei-me internamente.
Ele olhou-me, com um meio sorriso, altamente indulgente, e disse-me:
“Já sei, o senhor quer que eu coloque as pedras do lado da feiura”.
Falou isso sem nenhuma intenção de menosprezo. Ou porque estivesse achando que ficaria ruim. Apenas simplificava tudo aquilo que eu tentava passar a ele.

Nunca esqueci esse velhinho, de quem nem me lembro mais o nome.
A parede, ficou notável. Parecia uma parede de pedra, dessas que a gente vê em arrimos ou bases de sustentação de edificações. Uma maravilha!
E a sua definição, “do lado da feiúra”, uma lição de que nem sempre se precisa utilizar requintadas descrições para dizer as coisas certas.

ESTÓRIAS OBREIRAS, SIM SENHOR!

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Thursday, February 15

NSBRAZIL - PISOS ESPECIAIS

Meu filho, deu um tempo.
Tempo pra se retemperar das dificuldades que tem encontrado com um fornecedor de produto (material e mão de obra), para acabamento superficial do piso de sua casa, a CasaMB, de que eu tanto falo aqui no Obs.
O Carnaval se aproxima, e ele, e a minha nora Mariah, pretendem ter um pouco de paz e tranqüilidade para pensar no assunto e, sobretudo, descansar das promessas vãs e tentativas mal feitas, da empresa, em conseguir dar ao cliente o resultado oferecido e prometido pela NS.
Tenho evitado intervir nas tentativas / tratativas, entre o Bruno e a NS, no sentido de que o que foi contratado, e pago, seja executado. Estou aguardando.
Mas não pude deixar de enviar um e-mail (abaixo), tentando obter, oficialmente, uma explicação da empresa.
Mandei no domingo, 11 de fevereiro.
Prefiro acreditar nas boas intenções da NS, e que tudo se resolverá a contento.

Meu e-mail.

Cara NS,
especifiquei para a casa do meu filho Bruno Cals,na Granja Viana, Rua das Laranjeiras 150, Chácara dos Lagos, o piso cimentício.
O serviço foi (mal) feito, já tentaram, por mais de uma vez, corrigir o péssimo resultado e nada conseguiram.
No momento, por força do Carnaval que se aproxima, passaram a nova tentativa de correção para após o Carnaval.
Até quando essas tentativas de correção, que mostram o despreparo da empresa para conseguir fazer o serviço, contratado e pago pelo Cliente, se estenderá?
Material inadequado? Mão de obra deficiente? Falta de respeito com o Cliente? Desprezo pela especificação do profissional, que o recomendou, no caso o Arquiteto que ora escreve?
Ou tudo junto, sinal dos pobres tempos brasileiros?
Aguardo alguma comunicação da NS Brazil.
Atenciosamente
Fernando Cals – Arquiteto


Esperamos que a nossa expectativa de termos aquele piso, que aparece na propaganda e no “show-room”, se materialize na CasaMB.

PROPAGANDA ENGANOSA? PREFIRO NÃO ACREDITAR NESSA HIPÓTESE.
ps: a NS Brazil, assim mesmo, com Z, é uma empresa da capital paulista, especializada em pisos especiais.

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Wednesday, February 14

NÃO SABENDO, OU NÃO QUERENDO...

Enquanto a Montana (post abaixo), digna e profissionalmente procura o cliente e o Arquiteto, para saber das coisas e ajudar, tem gente que age diferente.
Duas semanas atrás, mandei um longo e-mail para a Florense, dita fornecedora de cozinhas planejadas, que até agora não se dignou responder-me.
Talvez, pelo longo e detalhado relato (ninguém gosta mais de ler, principalmente, se for para explicar erros e desatenções cometidas).

GOL CONTRA (O CLIENTE), FLORENSE. COISA FEIA!

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SABENDO LIDAR COM O CLIENTE

Creio que a idade, a chamada velhice, desde que não acompanhada da acomodação, ou da intolerância, pode nos trazer o que eu chamo de "sapiência" (vai entre aspas, pra não ficar pernóstico).Então, munido dessa minha "sabedoria", quando tenho que reclamar, reclamo, mesmo.

Em relação às coisas do meu trabalho profissional, sobretudo, reclamo com clareza, a dureza necessária (caso seja), mas sempre com educação.Reclamei e fui (bem) atendido, pela Pial Legrand, que substituiu as peças (interruptores) que estavam mal funcionando. Rápida e eficientemente. Como deve ser. Parabéns, reafirmo, Pial!

Semana que passou, enviei e-mail para a Montana (fabricante do acabamento superficial que aplicamos nas fachadas da CasaMB, o Osmocolor), relatando do aparecimento de manchas na madeira, solicitando explicações e procurando aconselhamentos. Precisava corrigir o que estava enfeiando as fachadas da casa.
Hoje, 12 de fevereiro, recebi um telefonema da Montana, Kelly o nome da pessoa que me ligou, que pediu-me que relatasse o que ocorreu, fez observações e prometeu uma visita à CasaMB, para verificar no local o estado das madeiras e definir o acabamento, possivelmente o próprio Osmocolor. Uma "expertise", do fabricante, para nos tirar as dúvidas. Mandei fotos, do antes (das manchas) e do depois (das manchas), para ajudar a compreensão do nosso "sofrimento".
Bacana, profissional, a resposta, pronta e atenciosa, da Montana.

VALEU, MONTANA! ASSIM, SE TRABALHA.

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